A residência fiscal não é uma designação escolhida por conveniência. A administração tributária espanhola explica que as regras internas consideram mais do que uma circunstância, incluindo a presença superior a 183 dias num ano civil e o centro dos interesses económicos. As convenções fiscais também podem afetar a forma como são resolvidas reivindicações concorrentes de residência.

Crie uma cronologia factual

Registe os dias de viagem, as habitações disponíveis para a família, onde o trabalho é realizado, as funções em empresas, as pensões, os investimentos e onde vivem os familiares próximos. Guarde provas em vez de reconstruir o ano de memória. Uma mudança a meio do ano pode afetar várias declarações e instituições.

Separe impostos e imigração

Ter um NIE, um certificado de residência ou uma casa em Espanha não responde, por si só, a todas as questões sobre residência fiscal. Do mesmo modo, passar menos de 184 dias visíveis não é uma garantia universal de não residência, pois outros critérios e disposições de convenções podem ser relevantes.

Procure aconselhamento antes do passo irreversível

Analise o plano antes de vender ativos, alterar acordos salariais ou transferir a gestão da empresa. A Corablanca pode organizar a mudança prática, mas o aconselhamento fiscal transfronteiriço personalizado deve vir de um consultor qualificado que compreenda ambos os países.

Fontes